Com experiência no campo da educação, sobretudo no nicho dos idiomas, percebemos um padrão que se repete.
De um lado, fórmulas criadas em outro continente, por pessoas que não falam nossa língua, não aprendem como nós e não entendem nossa cultura. Do outro, modelos que nasceram no Brasil, mas que perderam o big picture pedagógico: a visão geral que desperta o interesse genuíno pelo estudo. O resultado é sempre o mesmo, decoramos gramática como se fossem fórmulas matemáticas, e expressões como Hello! My name is... como se fossem a tabela periódica.
Neste terreno ainda incipiente, fizemos uma aposta.
A mesma aposta feita pelos gregos há mais de vinte séculos: a de que o conhecimento e a virtude andam de mãos dadas, e que, portanto, a educação verdadeira precisa descer até a alma. Que diz respeito ao restante de nossas vidas, àquilo que temos de mais relevante em nosso íntimo. Não uma obrigação que se cumpre porque sim.




